Até a Literatura e suas companheiras Palavras me perseguem.
Retirado de uma boa aula do Fábio:
Meu amor e eu
Nascemos um para o outro
Agora só falta quem nos apresente. - Cacaso
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Sinceramente,
Nunca esperei tanto o final do ano como neste ano.
Nunca esperei tanto chegar logo o meu destino como nesses dias
Nunca desejei sair pra dançar tanto como nesses ultimos meses
Nunca desejei férias como agora (elas sempre me foram tediosas).
Nunca, nunca desejei tanto a abertura do casulo.
Nunca esperei tanto chegar logo o meu destino como nesses dias
Nunca desejei sair pra dançar tanto como nesses ultimos meses
Nunca desejei férias como agora (elas sempre me foram tediosas).
Nunca, nunca desejei tanto a abertura do casulo.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Tudo certo
Sabe quando tudo vai bem, quando o mundo conspira a teu favor, quando cada instante do dia, seja em casa, seja no cursinho com os amigos ou os professores, ou até mesmo (quem diria) no biarticulado, cada instante está valendo a pena viver? Pois é, minha vida está assim ultimamente.
Eu sei que isso é muito estranho, principalmente para uma típica vestibulanda que não sabe nem o que é botar os pés para fora de casa a não ser para ir ao cursinho, e que dorme tarde e acorda cedo porque deve saber de tudo para poder passar em medicina. Eu sei que é estranho para uma garota que nunca tinha saido de casa antes, e que sempre foi adjetivada de "chorona e sensível demais". Eu sei que é estranho sentir isso agora que os vestibulares estão cada vez mais pertos... enquanto eu deveria estar louca-desvairada, é estranho estar tão pacífica.
Sim, eu morro de saudades da minha vida de antes, de quando eu saia todo final de semana, passava tardes na padaria com as meninas, quando eu achava que já tinha estudado o bastante (o que corresponde com NO MÁXIMO 10% do que eu estudo hoje - e ainda não me dou por satisfeita) para as provas semanais ou quando eu estudava para matemática e química assistindo tv e mesmo assim tirava 100 nas provas... Bons tempos de quando tudo era mais fácil. Mas eu sei que esse ano é uma fase da minha vida. Eu tinha que passar por ela, e ela me faz muito bem. Isso é difícil de entender, concordo. Mas eu sempre fui do tipo de ver "o lado bom das coisas". Raro é quando me veem triste ou cansada (ou é culpa do vestibular ou porque eu esqueci de tomar Ginkgobiloba por váários dias - ele funciona!). "Ver o que é bom" me faz bem.
Sem contar o que está acontecendo nesses últimos três dias. Muitos me surpreenderam. Meus amigos, tanto os "velhos", de Colorado, quanto os "novos", daqui de Curitiba, mostraram um grande afeto por mim chamado saudade, e eu também senti deles, mas não esperava. Os professores com os quais eu conversei, principalmente o Nadim e o Fábio (mas este último falou para a sala), que me animaram de forma magnífica - obrigada, Nadim, pelas palavras de hoje. E pelos desconhecidos, que me fizeram um bem danado - não falarei o porque.
Eu sou uma eterna sonhadora (eterna até demais), e esperançosa também. Eu me animo muito fácil - não sei se isso é bom ou ruim, mas voi la. Ao mesmo tempo que eu gosto das músicas da desvairada da Pink, eu adoro o ritmo romanticóide da Hilary Duff ou da Taylor Swift. Alías, por mais que eu tente, eu não consigo esconder que sou "romantiquinha" ao extremo (maas isso não vem ao caso). Só sei que isso me faz bem.
Eu só espero que esse meu sentimento seja verdadeiro, e que TUDO que eu sonho para mim - e enfatizo, TUDO - dê certo. Está certo, não serei exigente, alguma coisa ou outra pode ficar para depois (não a vaga na universidade, ela não) ... Não tenho tanta pressa, vou viver para mais de 100 anos, tenho uma vida pela frente...
Eu sei que isso é muito estranho, principalmente para uma típica vestibulanda que não sabe nem o que é botar os pés para fora de casa a não ser para ir ao cursinho, e que dorme tarde e acorda cedo porque deve saber de tudo para poder passar em medicina. Eu sei que é estranho para uma garota que nunca tinha saido de casa antes, e que sempre foi adjetivada de "chorona e sensível demais". Eu sei que é estranho sentir isso agora que os vestibulares estão cada vez mais pertos... enquanto eu deveria estar louca-desvairada, é estranho estar tão pacífica.
Sim, eu morro de saudades da minha vida de antes, de quando eu saia todo final de semana, passava tardes na padaria com as meninas, quando eu achava que já tinha estudado o bastante (o que corresponde com NO MÁXIMO 10% do que eu estudo hoje - e ainda não me dou por satisfeita) para as provas semanais ou quando eu estudava para matemática e química assistindo tv e mesmo assim tirava 100 nas provas... Bons tempos de quando tudo era mais fácil. Mas eu sei que esse ano é uma fase da minha vida. Eu tinha que passar por ela, e ela me faz muito bem. Isso é difícil de entender, concordo. Mas eu sempre fui do tipo de ver "o lado bom das coisas". Raro é quando me veem triste ou cansada (ou é culpa do vestibular ou porque eu esqueci de tomar Ginkgobiloba por váários dias - ele funciona!). "Ver o que é bom" me faz bem.
Sem contar o que está acontecendo nesses últimos três dias. Muitos me surpreenderam. Meus amigos, tanto os "velhos", de Colorado, quanto os "novos", daqui de Curitiba, mostraram um grande afeto por mim chamado saudade, e eu também senti deles, mas não esperava. Os professores com os quais eu conversei, principalmente o Nadim e o Fábio (mas este último falou para a sala), que me animaram de forma magnífica - obrigada, Nadim, pelas palavras de hoje. E pelos desconhecidos, que me fizeram um bem danado - não falarei o porque.
Eu sou uma eterna sonhadora (eterna até demais), e esperançosa também. Eu me animo muito fácil - não sei se isso é bom ou ruim, mas voi la. Ao mesmo tempo que eu gosto das músicas da desvairada da Pink, eu adoro o ritmo romanticóide da Hilary Duff ou da Taylor Swift. Alías, por mais que eu tente, eu não consigo esconder que sou "romantiquinha" ao extremo (maas isso não vem ao caso). Só sei que isso me faz bem.
Eu só espero que esse meu sentimento seja verdadeiro, e que TUDO que eu sonho para mim - e enfatizo, TUDO - dê certo. Está certo, não serei exigente, alguma coisa ou outra pode ficar para depois (não a vaga na universidade, ela não) ... Não tenho tanta pressa, vou viver para mais de 100 anos, tenho uma vida pela frente...
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Meu exemplo
Minhas intuições se tornam mais claras ao esforço de transpô-las em palavras. É neste sentido, pois, que escrever me é uma necessidade. De um lado, porque escrever é um modo de não mentir o sentimento. De outro lado, escrevo pela incapacidade de entender, sem ser através do processo de escrever. - Clarice Lispector
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Positivista
Dormir virou um sonho
Mandamos um abraço pro domingo
O calendário com feriado
Ficou com Thomas Morus
(porque ele escreveu utopia)
Vivemos na Terra do Nunca,
Mas não a do Peter Pan.
Nunca descansamos
Nunca saimos
Nunca paramos de estudar...
Sempre numa segunda eterna
Com uma semana inteira
Pela frente.
Quando esta finita
Semana infinita
acabar...
Que desespero,
chegou a hora.
Saimos da Terra do Nunca,
pra enfrentar a Guerra do futuro
Do nosso futuro.
Todos, por uma
VAGA.
Agora é esperar
a tão sonhada
lama terapêutica.
Seria o fim?
Não, pensamento Positivo:
tudo para um começo,
eu sei que chegarei lá.
Mandamos um abraço pro domingo
O calendário com feriado
Ficou com Thomas Morus
(porque ele escreveu utopia)
Vivemos na Terra do Nunca,
Mas não a do Peter Pan.
Nunca descansamos
Nunca saimos
Nunca paramos de estudar...
Sempre numa segunda eterna
Com uma semana inteira
Pela frente.
Quando esta finita
Semana infinita
acabar...
Que desespero,
chegou a hora.
Saimos da Terra do Nunca,
pra enfrentar a Guerra do futuro
Do nosso futuro.
Todos, por uma
VAGA.
Agora é esperar
a tão sonhada
lama terapêutica.
Seria o fim?
Não, pensamento Positivo:
tudo para um começo,
eu sei que chegarei lá.
sábado, 5 de setembro de 2009
Retrato de Família

Mamãe, por favor, pare de chorar
Não suporto mais esse som
A tua dor é dolorosa para mim e
Está me fazendo mal
Eu ouço vidros se quebrando
Sentada em minha cama
Vocês brigam por causa de dinheiro
E por mim e meu irmão
Não é fácil crescer em meio a 3ª Guerra Mundial
Nunca sabendo o que o amor pode fazer
Você vai ver, eu não quero um amor que me destrua
Assim como está fazendo com a minha família
Nós podemos melhorar isto
Eu prometo que serei melhor daqui a diante
Mamãe, eu faço qualquer coisa
Nós podemos ser uma família
Papai, por favor, não vá embora
Papai, pare de gritar
Eu não aguento mais
Faça a minha mãe parar de chorar
Pois eu preciso de vocês dois juntos comigo
A minha mãe te ama!
Não importa se o que ela diz é verdade
Eu sei que ela te magoou,
Mas não se esqueça que eu te amo também
Estou fugindo disto hoje, estou fugindo desse barulho
Eu não quero voltar para aquele lugar
Mas eu não tenho escolhas
Mas, no nosso retrato de família
Nós parecemos muito felizes
Vamos brincar de fingir, vamos agir assim
Fazer com que isso se torne natural
Eu não quero ter que dividir as férias
Eu não quero dois endereços
Eu não quero um meio –irmão
E eu não quero que minha mãe tenha que trocar o seu ultimo nome
Mamãe eu serei boazinha
Eu serei muito melhor
Eu vou falar com meu irmão
Eu não irei cuspir o leite durante o jantar
Eu farei tudo direito
Eu serei a sua pequena garotinha para sempre
Eu vou dormir a noite
Papai não vá embora... não vá, papai.
b
b
b
P.S.: desculpa se eu sumi gente, só que topo tudo pra passar no vestibular, até deixar de escrever. Mas não sumam, leitores ociosos!
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Teoria da Relatividade
Não, eu não falarei de física... a matéria de hoje só me serviu de título. E graças a Deus SÓ, se não eu já estava ficando louca.
Bom, meu antepenúltimo post foi bem ufanista, minha amiga queria discutir (imagina a discussão) na padaria comigo sobre isso, mas eu já expliquei pra ela: nessas férias suínas eu não assisti JN. Meu Deus, dois dias depois do post eu já estava indignada com a situação do Brasil. Eu só me segurei até agora para evitar maiores contradições. Mas, como dizia Pitty "eu sou uma contradição e foge da minha mão fazer com que tudo que eu digo faça algum sentido". Então...
Que situação. Esse "jeitinho brasileiro" é um caos mesmo. Explodem os atos secretos, todo mundo viu os papéis dos atos, o Exelentíssimo presidente fala que "Sarney é ser superior". Mais revelações, Sarney além de ocultar atos oculta o nepotismo, todo Brasil ouve a gravação da ligação do Sarney com a filha, tudo muito bem arranjado. E agora, NADA! Simplesmente pararam com as investigações, fim de papo! Tudo é muito relativo mesmo, ainda bem que o Brasil ainda tem suas belezas naturais, mulheres bonitas....Tem certeza?
Reafirmo, TUDO é muito relativo. Quem diria que naquele "filhote de ditadura" do Hugo Chávez, estando a Venezuela cheia de problemas com censura, populismo, corrupção y otras cositas más, o país venceria pela segunda vez consecutiva o Miss Universo? E a nossa brasileira nem ficou entre as quinze finalistas, e a última vez que ganhamos foi em 1968!! Realmente, a venezuelana arrasou com o batom vermelho. E o vestido!
Pura contradição. Ou então, isto é só uma questão de ponto referencial. Tudo muda, dependendo do ponto de vista. Menos a luz, que sempre vai ter uma velocidade igual a 300000 km/s. Mas deixemos a teoria de Einstein para outro dia...
Bom, meu antepenúltimo post foi bem ufanista, minha amiga queria discutir (imagina a discussão) na padaria comigo sobre isso, mas eu já expliquei pra ela: nessas férias suínas eu não assisti JN. Meu Deus, dois dias depois do post eu já estava indignada com a situação do Brasil. Eu só me segurei até agora para evitar maiores contradições. Mas, como dizia Pitty "eu sou uma contradição e foge da minha mão fazer com que tudo que eu digo faça algum sentido". Então...
Que situação. Esse "jeitinho brasileiro" é um caos mesmo. Explodem os atos secretos, todo mundo viu os papéis dos atos, o Exelentíssimo presidente fala que "Sarney é ser superior". Mais revelações, Sarney além de ocultar atos oculta o nepotismo, todo Brasil ouve a gravação da ligação do Sarney com a filha, tudo muito bem arranjado. E agora, NADA! Simplesmente pararam com as investigações, fim de papo! Tudo é muito relativo mesmo, ainda bem que o Brasil ainda tem suas belezas naturais, mulheres bonitas....Tem certeza?
Reafirmo, TUDO é muito relativo. Quem diria que naquele "filhote de ditadura" do Hugo Chávez, estando a Venezuela cheia de problemas com censura, populismo, corrupção y otras cositas más, o país venceria pela segunda vez consecutiva o Miss Universo? E a nossa brasileira nem ficou entre as quinze finalistas, e a última vez que ganhamos foi em 1968!! Realmente, a venezuelana arrasou com o batom vermelho. E o vestido!
Pura contradição. Ou então, isto é só uma questão de ponto referencial. Tudo muda, dependendo do ponto de vista. Menos a luz, que sempre vai ter uma velocidade igual a 300000 km/s. Mas deixemos a teoria de Einstein para outro dia...
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sábado, 22 de agosto de 2009
Metamorfose
Como uma borboleta em sua metamorfose.
Como uma primavera que recomeça.
Ano após ano, dia após dia,
Somos nós.
Aquela infância inocente,
Sem medo de agir, de pensar,
De amar.
Aquele prazer com um sorvete,
A amizade sincera.
Perder isso? Para quê?
Para levar bofetadas de um mundo sofrido?
Tenho que mudar, quero mudar.
Quero ser uma coisa nova...
Não! Serei alguma coisa nova!
O quê? Não sei.
Como uma borboleta que não sabe a cor das suas asas,
Como a primavera que não sabe quais flores irão florescer.
Porque o amanhã só existe depois de abrir o casulo.
P.S.: Este foi o meu primeiro poema publicado em livro. Fiquei, com ele, em 2º lugar num concurso de poesia. Qualquer dia desses eu trago o outro poema, publicado também no mesmo livro.
P.S.S: Karen querida, muito obrigada pelo elogio de hoje. Você não sabe como me deixou feliz dizendo que viria ler mais vezes. Espero que venha, de verdade!
Como uma primavera que recomeça.
Ano após ano, dia após dia,
Somos nós.
Aquela infância inocente,
Sem medo de agir, de pensar,
De amar.
Aquele prazer com um sorvete,
A amizade sincera.
Perder isso? Para quê?
Para levar bofetadas de um mundo sofrido?
Tenho que mudar, quero mudar.
Quero ser uma coisa nova...
Não! Serei alguma coisa nova!
O quê? Não sei.
Como uma borboleta que não sabe a cor das suas asas,
Como a primavera que não sabe quais flores irão florescer.
Porque o amanhã só existe depois de abrir o casulo.
P.S.: Este foi o meu primeiro poema publicado em livro. Fiquei, com ele, em 2º lugar num concurso de poesia. Qualquer dia desses eu trago o outro poema, publicado também no mesmo livro.
P.S.S: Karen querida, muito obrigada pelo elogio de hoje. Você não sabe como me deixou feliz dizendo que viria ler mais vezes. Espero que venha, de verdade!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
É liindo não é, Caetano?
Raramente me sinto ufanista. Hoje estou assim. Nada como a influência das aulas de geopolítica da professora Luciana ou voltar a assistir jornal após estas férias suínas.
Todos nós, tanto brasileiros como as outras nações, temos sempre uma tendência de louvar o estrangeirismo: o que vem de fora que é bom, importante. Nunca damos valor àquilo que é nosso por direito, só criticamos. E na verdade isso é errado.
Temos que valorizar o que é nosso, para fazer-nos reconhecer. Nós temos um país estupendo, um litoral magnífico, uma terra fértil, uma floresta enorme, águas abundantes, recursos naturais férteis, um povo acolhedor, uma cultura formidável, comidas típicas ótimas... sem contar o futebol! (E olha que nem é ano de Copa!)
O fato é que sim, nós temos erros catastróficos, violência, fome, miséria, mal uso de recursos, corrupção, entre outros tantos vergonhosos. Mas que país não tem problema? Vamos continuar valorizando um país com problemas que não me envolve? Ora, se é assim, valoriza o que é teu, o Brasil! O considerado melhor escritor de todos é Machado de Assis. O mundo inteiro quer conhecer as praias do nordeste, o Rio de Janeiro. Quem não sabe que o melhor time do mundo de futebol - e ultimamente o de vôlei - é o Brasil? Quem país tem esse povo contente, festeiro, amigável. Que país une uma população inteira em um dia que movimenta todo o Brasi, o Carnaval?!
Como diz Cateano Velosso, o Brasil é lindo, eu não tenho nada a reclamar! Devemos ter orgulho de sermos brasileiros!!
"Ah esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil, pra mim!"
Todos nós, tanto brasileiros como as outras nações, temos sempre uma tendência de louvar o estrangeirismo: o que vem de fora que é bom, importante. Nunca damos valor àquilo que é nosso por direito, só criticamos. E na verdade isso é errado.
Temos que valorizar o que é nosso, para fazer-nos reconhecer. Nós temos um país estupendo, um litoral magnífico, uma terra fértil, uma floresta enorme, águas abundantes, recursos naturais férteis, um povo acolhedor, uma cultura formidável, comidas típicas ótimas... sem contar o futebol! (E olha que nem é ano de Copa!)
O fato é que sim, nós temos erros catastróficos, violência, fome, miséria, mal uso de recursos, corrupção, entre outros tantos vergonhosos. Mas que país não tem problema? Vamos continuar valorizando um país com problemas que não me envolve? Ora, se é assim, valoriza o que é teu, o Brasil! O considerado melhor escritor de todos é Machado de Assis. O mundo inteiro quer conhecer as praias do nordeste, o Rio de Janeiro. Quem não sabe que o melhor time do mundo de futebol - e ultimamente o de vôlei - é o Brasil? Quem país tem esse povo contente, festeiro, amigável. Que país une uma população inteira em um dia que movimenta todo o Brasi, o Carnaval?!
Como diz Cateano Velosso, o Brasil é lindo, eu não tenho nada a reclamar! Devemos ter orgulho de sermos brasileiros!!
"Ah esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil, pra mim!"
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