Caras aranhas que ultimamente tem frequentado meu blog (também, só elas!). Prometo que tentarei fazer deste o ultimo post individualista... começei bem o blog, com temas variados e pá, mas eu considero até entendível a minha situação como jovem, vestibulanda, longe de casa, ansiosa, do sexo feminino (temos TPM, sabe!), enfim, isso aqui estava virando quase umas "confissões de uma adolescente em crise". É, vou me revoltar mais com as notícias do jornal, deixa esse post ser o último.
Bom, ele será praticamente uma retrospectiva. Eu fui na missa ontem, e acabei me lembrando de tudo. Foi um ano, digamos, beeem diferente. Cidade nova, gente nova, longe da proteção dos pais (coisa que eles aprenderam a fazer via internet), cursinho. Eu me lembro que, ano passado num churrasco, dois amigos meus, que já estão na faculdade, me disseram "você tem que fazer pelo menos um ano de cursinho, é muito bom, para fazer festa, para beber..." Ano passado, eu só tinha certeza de uma coisa, não queria fazer cursinho. Pois é, tapa na cara, me matriculei no Positivo. Hoje, só tenho a certeza de uma coisa: foi muito bom ter feito cursinho. Não para beber ou festar, longe disso, os meus eventos noturnos foram extracurriculares, nas Super Revisões do Positivo. Mas porque lá agente amadurece, se torna independente, tudo só depende de si mesmo. Além do mais, os grandes amigos que eu consegui lá, Tati, Steffi, Rafa, Fer, Guigo. Grandes pessoas que fizeram parte da minha história. Grandes professores que se tornaram conselheiros e amigos também, Giba, Tadeu, Nadim, Kooolb, Wella, minha querida Lu, e, por que não, o tio Adilson. Pessoas que eu não vou esquecer jamais.
Aprendi muito esse ano. Não só em matéria, que foram quilos e mais quilos de apostilas que ainda estão na mesinha do meu quarto, mas individualmente. Aprendi comigo e sobre mim, sobre os outros, sobre a vida. Eu discutia com uma grande amiga daqui de Colorado, que nunca gostou daqui, mas ela tem razão. Muitas vezes, numa cidadezinha pequena é dificil ser você mesma longe das críticas ou fuxicos. Finalmente pude me livrar disso.
Sabe, 2009 foi, realmente, um ano muito, muito bom mesmo. Conheci certos dons que não quero perder. Ociosos da minha vida, foi bom escrever e me abrir pra vocês. Que ano que vem, já universitária, seja um ano muito melhor. E com menos individualismo. =)
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Anel de família
_ Fica com ele, filha, é herança do seu avô, era a aliança dele.
Foi isso que a minha mãe disse pra mim. Eu fiquei muito, muito honrada.
Eu nunca conheci os meus avôs, só as avós. Os dois já tinham morrido quando eu nasci. E eu senti falta de um avô, das palavras sabias que eles poderiam me dar, das brincadeiras que poderíamos fazer, dos sorvetes que ele pagaria pra mim.
O anel que eu recebi era do meu avô por parte de pai, seu Nelson. Eu tenho certeza de que ele seria o melhor avô do mundo pra mim. Não é desprezo pelo outro, é só que eu, psicologicamente, me pareço muito com a família Menon. Quando ele morreu, meu pai ficou com a aliança, e mandou fazer um solitário para a minha mãe.
Parecia que ele sabia que um dia esse anel seria meu. Eu sou apaixonada por solitários, e o primeiro que eu vi foi esse. O ouro amarelo em contraste com a pedra branca e reluzente, que brilha sozinha, mas imperante. Receber esse anel foi uma honra.
Mas o meu apego com esse anel não é só material. Esse anel marcou o início de uma família, da família Menon. Ele é história. Saber que aquele anel já existe a mais tempo que eu me atordoa. Quantas experiências ele "viveu" com o meu avô e com a minha mãe? Quantas lembranças?
Esse anel marcou momentos importantes na vida de cada um. A partir de agora, ele irá marcar a minha vida. Misteriosa e solitáriamente, como um raio de luz que refrata no seu brilhante, sim, ele marcará.
Foi isso que a minha mãe disse pra mim. Eu fiquei muito, muito honrada.
Eu nunca conheci os meus avôs, só as avós. Os dois já tinham morrido quando eu nasci. E eu senti falta de um avô, das palavras sabias que eles poderiam me dar, das brincadeiras que poderíamos fazer, dos sorvetes que ele pagaria pra mim.
O anel que eu recebi era do meu avô por parte de pai, seu Nelson. Eu tenho certeza de que ele seria o melhor avô do mundo pra mim. Não é desprezo pelo outro, é só que eu, psicologicamente, me pareço muito com a família Menon. Quando ele morreu, meu pai ficou com a aliança, e mandou fazer um solitário para a minha mãe.
Parecia que ele sabia que um dia esse anel seria meu. Eu sou apaixonada por solitários, e o primeiro que eu vi foi esse. O ouro amarelo em contraste com a pedra branca e reluzente, que brilha sozinha, mas imperante. Receber esse anel foi uma honra.
Mas o meu apego com esse anel não é só material. Esse anel marcou o início de uma família, da família Menon. Ele é história. Saber que aquele anel já existe a mais tempo que eu me atordoa. Quantas experiências ele "viveu" com o meu avô e com a minha mãe? Quantas lembranças?
Esse anel marcou momentos importantes na vida de cada um. A partir de agora, ele irá marcar a minha vida. Misteriosa e solitáriamente, como um raio de luz que refrata no seu brilhante, sim, ele marcará.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A vida que poderia ter sido e que foi.
Sim, hoje eu ia fazer uma singela homenagem ao Rei do Pop, o ilustre Michael Jackson... mas o meu sentimento interior me obriga a deixá-lo para amanhã.
É como meu prof de física, o Scadelari, diz: todo vestiba é carente. Tudo bem, ele é um gênio, eu sei. Mas é que nessa semana, minha carência foi um pouco diferente do que ele fala... E eu não sabia que estava assim até hoje, quando eu li o post do meu amigo, o Guigo (http://www.opoetavagabundo.blogspot.com). Pois é, assim eu descobri, e quase entrei em prantos.... músicas me fizeram segurar.
Mais uma vez cá estou eu a falar de saudade. Mas hoje é diferente, é mais forte, precisei de apoio dos meus amigos daqui de Ctba, principalmente de dois que me deram um abraço forte e disseram "Rê, não fique assim." Tá, eu não queria ficar assim mesmo, estava emotiva na aula de literatura, quase esplodi com outro amigo... Puxa, como sinto falta dos meus amigos da minha antiga cidade, das nossas festas, de sentar e conversar, filosofar, de falar merda....
Como sinto falta dos meninos implicando comigo, eles adoravam me ver nervosa - e eu realmente ficava, da Má, a única pessoa que conseguiu me levar pra diretoria, do Rick, nooossa, o Ricardo é o carma que eu carrego desde a 2ª série, o praxe: toda festa de aniversário que eu fiz quem era a pessoa do "com quem será"? RICARDO. hahahaha...
Pooois é, e o Lucão, geeeeeente, ele que me fez ter entomofobia, na AABB, e da Helena, quantas vezes não a fiz chorar? Quantas vezes não a fiz sorrir? Quantas vezes eu me surpreendi com ela, e ela comigo? E da Lara!!! Nooossa, agente não esperava essa separação brusca, é claro que não perdemos o contato, mas é que a falta da nossa convivencia diária é terrível!
Puuts, quantos expressos, quantos rodeios, quantos fds no Sabor.... o Dia da Calota, do torneio, do trote da Gé, ooss da padaria... HAHAHA, os expressos! eu não me canso de falar dos expressos! Diego, Tiago!! eu nem me lembro como foi que viramos amigos!! mas ficamos muito ligados!! A imagem de nós "descendo até o chão" dançando "Don't stop the music" ou então "Beber, cair, levantar!" hahahaha.... O Dúúúú!! Meu Deus, nosso festival de Dança, esse é meu companheiro de festa!! ele nunca tava cansado!!!
Amigos... amigos que me fizeram rir, chorar, cansar, decidir, mudar de rumo, mudar de "estratégia" (hahahaha, eeee Laís Helena e Laraísa Meneguetti!!), amigos que no meu aniversário de 15 anos estavam lá, fazendo homenagens e sendo meus padrinhos, amigos que na minha formatura começaram a me jogar no alto e eu lá morrendo de medo de cai (hahahaha!), amigos que, num dia de vendaval, na saída da aula, sairam correndo, me segurando e gritando: "SEGURA A RENATA PRA ELA NÃO VOAR!" uiehiuehuiheihiehiuehiue....
Caramba, "eu sinto a falta de vocês, me sinto só."
é Scandi, estou carente. De férias, de amores. Dos meus antigos amigos.
É como meu prof de física, o Scadelari, diz: todo vestiba é carente. Tudo bem, ele é um gênio, eu sei. Mas é que nessa semana, minha carência foi um pouco diferente do que ele fala... E eu não sabia que estava assim até hoje, quando eu li o post do meu amigo, o Guigo (http://www.opoetavagabundo.blogspot.com). Pois é, assim eu descobri, e quase entrei em prantos.... músicas me fizeram segurar.
Mais uma vez cá estou eu a falar de saudade. Mas hoje é diferente, é mais forte, precisei de apoio dos meus amigos daqui de Ctba, principalmente de dois que me deram um abraço forte e disseram "Rê, não fique assim." Tá, eu não queria ficar assim mesmo, estava emotiva na aula de literatura, quase esplodi com outro amigo... Puxa, como sinto falta dos meus amigos da minha antiga cidade, das nossas festas, de sentar e conversar, filosofar, de falar merda....
Como sinto falta dos meninos implicando comigo, eles adoravam me ver nervosa - e eu realmente ficava, da Má, a única pessoa que conseguiu me levar pra diretoria, do Rick, nooossa, o Ricardo é o carma que eu carrego desde a 2ª série, o praxe: toda festa de aniversário que eu fiz quem era a pessoa do "com quem será"? RICARDO. hahahaha...
Pooois é, e o Lucão, geeeeeente, ele que me fez ter entomofobia, na AABB, e da Helena, quantas vezes não a fiz chorar? Quantas vezes não a fiz sorrir? Quantas vezes eu me surpreendi com ela, e ela comigo? E da Lara!!! Nooossa, agente não esperava essa separação brusca, é claro que não perdemos o contato, mas é que a falta da nossa convivencia diária é terrível!
Puuts, quantos expressos, quantos rodeios, quantos fds no Sabor.... o Dia da Calota, do torneio, do trote da Gé, ooss da padaria... HAHAHA, os expressos! eu não me canso de falar dos expressos! Diego, Tiago!! eu nem me lembro como foi que viramos amigos!! mas ficamos muito ligados!! A imagem de nós "descendo até o chão" dançando "Don't stop the music" ou então "Beber, cair, levantar!" hahahaha.... O Dúúúú!! Meu Deus, nosso festival de Dança, esse é meu companheiro de festa!! ele nunca tava cansado!!!
Amigos... amigos que me fizeram rir, chorar, cansar, decidir, mudar de rumo, mudar de "estratégia" (hahahaha, eeee Laís Helena e Laraísa Meneguetti!!), amigos que no meu aniversário de 15 anos estavam lá, fazendo homenagens e sendo meus padrinhos, amigos que na minha formatura começaram a me jogar no alto e eu lá morrendo de medo de cai (hahahaha!), amigos que, num dia de vendaval, na saída da aula, sairam correndo, me segurando e gritando: "SEGURA A RENATA PRA ELA NÃO VOAR!" uiehiuehuiheihiehiuehiue....
Caramba, "eu sinto a falta de vocês, me sinto só."
é Scandi, estou carente. De férias, de amores. Dos meus antigos amigos.
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