É impressionante ver a expectativa de todos os vestibas pro ínicio das férias. Todos estão cansados, exautos daquela pesada rotina de seis aulas por dia e mais 5 ou 6 horas de estudo em casa (estou me baseando naqueles que realmente estudam). Eles não aguentam mais ouvir os professores, não aguentam mais dormir tarde e acordar cedo, não aguentam mais pensar para fazer um exercício ou uma redação, nem querem mais olhar pra cara dos amigos do cursinho!
A nossa ansiedade nos mata, contamos as horas esperando o fim de uma aula, contamos as aulas à espera do fim do dia, contamos os dias esperando o final de semana! Temos consciência que o próximo semestre será pior (beeem pior, considerando só as 128 aulas já marcadas pro ENEM e mais as específicas que eu não tenho noção de quantas são), e por isso devemos aproveitar ao máximo essas duas escassas semanas merecidas.
Mas amanhã é o último dia (para alguns que não adiantaram as férias) e depois é só relaxar! Graças a Deus, é como nos diz o sábio ditado: Depois da tempestade sempre vem a calmaria!!
P.S.:Tudo bem que eu crio um post atrás do outro, mas é que eu não consigo me conter.
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quinta-feira, 2 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Entre o dom e o livre arbítrio
Havia uma garota. Ela nasceu com um dom. Desde pequena ela sabia o que "queria ser quando crescer". Ela passou a vida interia visando, para o seu futuro, essa carreira: ser médica. Ela estudou, chorou, estudou mais, até passar. Se ela é um exemplo? Sim, ela é um orgulho. A melhor do curso. Fica brava quando tira 85, foi convidada para fazer monitoria (geralmente os alunos devem fazer uma prova para isso). Ela é um orgulho.
Há uma outra menina. Essa, bem diferente da primeira, nasceu aparentemente sem um dom específico. Inútil? Nããão, ela só não descobriu ainda qual o seu maior e verdadeiro dom. Pois é, ela passou a vida inteira sonhando, ora seria atriz, ora cantora, ora modelo. Talvez veterinária, mas não, ela não aguentaria ver um cachorro morrendo nas suas mãos. Já pensou em farmácia. Mas ela sonha: sonha em viajar, ela tem um mapa com destinos marcados que ela irá conhecer. Sonha em viver bem, talvez até bem demais. Fútil? Não sei. Não é algo fisível, ela não é uma patricinha mimada, já achou que fosse, mas viu que era diferente das "filinhas de papai". Mas ela sonha alto, disso ela sabe.
Devido isso, resolveu fazer medicina. Não, ela não está "seguindo os passos" da irmã. Ela só achou que era o melhor para si, era o caminho certo para a realização de seus sonhos. Não que ela só pensasse no dinheiro, que pouco ligasse para os pacientes que estavam por vir. Ela acha o poder de curar, de fazer o bem para os outros um ato lindo. Ela sente raiva daquelas pessoas que sentem pena dos outros só porque têm algum problema.
Só que esta garota andam descobrindo um certo dom. Livros, revistas, informações, imagens, artigos, colunas... Isto anda te fascinando. Ela se descobriu escrevendo. Vai ao shopping não para ver vitrines, mas para ir a uma megastore. Adora filmes, adora fotos, adora falar. Ela só não sabe se esse é o dom que procura dentro de si.
Ela está indecisa. Não sabe mais se quer medicina. Talvez faça jornalismo.
Decisão difícil. Está à procura de uma resposta, de um caminho. Do seu caminho.
Há uma outra menina. Essa, bem diferente da primeira, nasceu aparentemente sem um dom específico. Inútil? Nããão, ela só não descobriu ainda qual o seu maior e verdadeiro dom. Pois é, ela passou a vida inteira sonhando, ora seria atriz, ora cantora, ora modelo. Talvez veterinária, mas não, ela não aguentaria ver um cachorro morrendo nas suas mãos. Já pensou em farmácia. Mas ela sonha: sonha em viajar, ela tem um mapa com destinos marcados que ela irá conhecer. Sonha em viver bem, talvez até bem demais. Fútil? Não sei. Não é algo fisível, ela não é uma patricinha mimada, já achou que fosse, mas viu que era diferente das "filinhas de papai". Mas ela sonha alto, disso ela sabe.
Devido isso, resolveu fazer medicina. Não, ela não está "seguindo os passos" da irmã. Ela só achou que era o melhor para si, era o caminho certo para a realização de seus sonhos. Não que ela só pensasse no dinheiro, que pouco ligasse para os pacientes que estavam por vir. Ela acha o poder de curar, de fazer o bem para os outros um ato lindo. Ela sente raiva daquelas pessoas que sentem pena dos outros só porque têm algum problema.
Só que esta garota andam descobrindo um certo dom. Livros, revistas, informações, imagens, artigos, colunas... Isto anda te fascinando. Ela se descobriu escrevendo. Vai ao shopping não para ver vitrines, mas para ir a uma megastore. Adora filmes, adora fotos, adora falar. Ela só não sabe se esse é o dom que procura dentro de si.
Ela está indecisa. Não sabe mais se quer medicina. Talvez faça jornalismo.
Decisão difícil. Está à procura de uma resposta, de um caminho. Do seu caminho.
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