sexta-feira, 19 de março de 2010

Nostalgia

Tudo é estranho. Quando eu estava em Curitiba, eu sentia falta da minha vidinha, da minha casa, família e amigos de Colorado. Agora que cá estou, e estarei até agosto, sinto uma enorme saudade daquilo que foi Curitiba.

Ter ido pra lá foi encarar um mundo novo, novas pessoas, novos estilos, encarar a mim mesmo, sem vícios comportamentais de uma cidade pequena... E foi bom, descobri que sou uma boa pessoa! HAHAHAHAHA

Sabe, aqueles que eu tive lá foram essenciais pra mim... Pessoas como Tati e Steffi, que me fizeram rir, engordar (HAHAHA), que me aturaram a todo e qualquer momento, seeempre do meu lado... Guilherme Kriger, o Guigo (hahaha, quase Alexandre, o Grande), que não só me aguento no cursinho, como no msn, onde conversávamos hooras, no ônibus (e ele sente minha falta na mercedes agora!hahaha), que me deu carona quando eu precisei, que foi mais que importante pra mim... o Rafa, porque todo mundo tem que ter um amigo nerd (ahahahah), que me ensinou mais sobre cultura, e que tem se mostrado um amigo e tanto nessas férias, com as nossas criativas conversas no msn HAHAHAHAHA (NÉ UAI!)
Claro, sem contar nos professores, só citando o Giba, e Lu como principais, que até hoje lembram de mim e conversam cmgo, e são aqueles que eu defendo seeempre, além de Nadim, Kolb e Wella! =)

Em agosto eu volto, minha gente, segura a saudade que o tempo passa, mas as lembranças são eternas, até que eu tenha mal de Alzheimer! (tomara que isso não aconteça, por Deus do céu!) =)

sábado, 27 de fevereiro de 2010

tomorrow IS a different day

É estranho pensar que tenho mais 5 meses de férias. Eu sei, foi uma escolha minha, briguei muito com a minha mãe por isso, já que ela queria que eu voltasse para Curitiba com a minha irmã. Mas eu, surpreendentemente, escolhi algo que está sendo muito, muito bom pra mim.

Mais uma vez, eu não era (sou, sei lá) uma pessoa comum. Sempre detestei férias. Ficar fazendo nada o dia interio, principalmente com o calor da minha cidade era terrível, cansativo, estressante, além da dor nas costas de tanto ficar sentada. Meus amigos se tornavam incomunicáveis.

Dessa vez é diferente. Com milhares de ocupações, agora sou eu que não tenho tempo para os amigos. Livros, violão, carteira de motorista, sair com mamãe... E tudo tá sendo muito, muito bom!

Perdõem-me se sumi!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Nostalgia

Ela brigava comigo
por causa dos meus atos pífios.

Eu olhava pra ela
e dizia:
_ Mãe, eu te amo.

Então, íamos ao sofá pra ela
mecher nos meus cachos.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Fronteira

Nesse final de semana, eu fui fazer UFGD. Graças a Deus, meu último vestibular. Nem me perguntem como fui, nem corrigi, e já disse que não gosto de criar espectativas. Mas enfim, não fui sozinha, meus pais me levaram.

Bom, não foi à toa que eles me levaram. Fomos no sábado para ir ao Paraguai, em Pedro Juan Caballero.Não é muito conhecido, o pessoal daqui do sul conheçem mais o Paraguai por Foz, ou por Guaíra. Aquela cidade paraguaia faz fronteira com Ponta Porã (MS).

Além do fato de relembrar muita coisa que já vivemos por lá - é claro, já que eu morei um ano em Aral Moreira (MS), uma cidadezinha que na época não aparecia no mapa e que esses tempos atrás apareceu no Jornal Nacional como uma cidade aonde os paraguaios enterram droga na terra para não serem pegos pela polícia brasileira - além disso, que foi bem interessante, já que eu não me lembrava de muita coisa, foi legal voltar para aquele Paraguai.

Como já disse, muitos poucos conheçem uma fronteira como aquela. As fronteiras do sul tem as pontes, a fronteira física é visível, a receita federal antes da fronteira + ponte + paraguai. Acontece que lá é bem diferente. Na verdade, lá não existe froteira física, é uma linha imaginária, é estranho demais. É só atravessar a rua e pronto, você está no Paraguai. Ou no Brasil, como queres. Prédios e lojas brasileiras e paraguaias frente umas às outras, as duas línguas se encontram facilmente, duas placas de trânsito, uma do lado da outra, dizendo a mesma coisa, basta traduzir. É estranho, mas é incrível.

É claro que a fiscalização é básica , e que Ponta Porã (Brasil) é uma cidade sem comércio, já que não vence a concorrência dos produtos bons, importados e baratos do Shopping China. Mas foi divertido.

É legal conhecer fronteiras assim. A interação com a cultura do país visitado é bem mais interessante. Seja você a ponte da fronteira, é só uma experiência.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Trago, por Wella e Alice Ruiz

Quis te trazer comigo
Te trago como no início
Quis te trazer como amigo
Te trago como o fim de um vício
Quis te trazer a lembrança
Te trago o esquecimento
de todo e qualquer lamento
de qualquer momento infeliz
Trago a minha esperança
De ser tudo que você quer
Vai querer e sempre quis

Quis te trazer a lembrança
Te trago o esquecimento
de todo e qualquer lamento
de qualquer momento infeliz
Trago a minha esperança
De ser tudo que você quer
Vai querer e sempre quis

Te trago como entorpecente
que me traga alegria sem fim
Te trago como adolescente
que te traga pra dentro de mim

Te trago nesta taça de vinho
Te trago agora com sabor de ilusão
Te trago em mim por todo o caminho
Com quantas tragadas se queima essa paixão / esse tesão?

P.S.: o prof e a cantora são demais, né não, pra fazer isso num barzinho. Ah, quem me dera.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A moda é NA cueca!

Fui bem clara: NA cueca. Não estou falando das novas cuecas Calvin Klein vermelhas ou amarelo florescente que vi na Genko em Maringá, muito menos das cuequinhas da Capricho que toda menina na vida ou teve ou quis ter. Pior ainda, não falo da Zorba.

Na verdade, o problema não é a cueca... Que seja uma cueca furada, velha, limpa ou cagada. O problema é o que fazem com ela. Há uns anos atrás, os caras lançam moda: dinheiro na cueca. Foi o ó do borogodó, muita elite quis fazer o mesmo. Esse ano um metido a besta quis lançar a moda do dinheiro na meia... a moda num pegou, mas também ninguém pegou ele. Dai, os revoltados com o sistema capitalista de dominação norte-americana querem se revoltar e aí, o que é que fazem? Entram num avião com explosivos na cueca. Como diria minha vó, valha-me Deus! E ainda coitado, os explosivos não explodiram. Coitado? alguém que quer acabar com a vida de pessoas que não tem nada a ver com a dominação norte-americana devem morrer porque eles estão revoltados com isso? Por causa da religião deles? A religião que, aliás, os domina? Ora, estão pau a pau.
E a elite do dinheiro? Só porque são "elite" podem roubar dinheiro público assim, de mão beijada? Ah, cansei desse falso moralismo, dessa falação, todos dizem que "todo mundo diz mas ninguém faz nada". Por que, então, ELES não fazem? "Ah, que preguiça!", né Macunaíma, o herói de nossa gente. Os de cima tem que dar o exemplo pro povo seguir. Grande desculpa.

Aliás, já até sei porque saiu da cueca e foi pra meia. O inovador sabia que coisa na cueca seria a nova moda do povão. Elite não gosta de coisa de povão. Tinha que mudar, não é?

Por mais que eu odeie o livro, Mário de Andrade tem razão. Macunaíma é o herói de nossa gente. Aqui? Não é sexo, drogas e rock'n roll. É sexo, drogas, e algumas samba canção.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

É, foi bom.

Caras aranhas que ultimamente tem frequentado meu blog (também, só elas!). Prometo que tentarei fazer deste o ultimo post individualista... começei bem o blog, com temas variados e pá, mas eu considero até entendível a minha situação como jovem, vestibulanda, longe de casa, ansiosa, do sexo feminino (temos TPM, sabe!), enfim, isso aqui estava virando quase umas "confissões de uma adolescente em crise". É, vou me revoltar mais com as notícias do jornal, deixa esse post ser o último.

Bom, ele será praticamente uma retrospectiva. Eu fui na missa ontem, e acabei me lembrando de tudo. Foi um ano, digamos, beeem diferente. Cidade nova, gente nova, longe da proteção dos pais (coisa que eles aprenderam a fazer via internet), cursinho. Eu me lembro que, ano passado num churrasco, dois amigos meus, que já estão na faculdade, me disseram "você tem que fazer pelo menos um ano de cursinho, é muito bom, para fazer festa, para beber..." Ano passado, eu só tinha certeza de uma coisa, não queria fazer cursinho. Pois é, tapa na cara, me matriculei no Positivo. Hoje, só tenho a certeza de uma coisa: foi muito bom ter feito cursinho. Não para beber ou festar, longe disso, os meus eventos noturnos foram extracurriculares, nas Super Revisões do Positivo. Mas porque lá agente amadurece, se torna independente, tudo só depende de si mesmo. Além do mais, os grandes amigos que eu consegui lá, Tati, Steffi, Rafa, Fer, Guigo. Grandes pessoas que fizeram parte da minha história. Grandes professores que se tornaram conselheiros e amigos também, Giba, Tadeu, Nadim, Kooolb, Wella, minha querida Lu, e, por que não, o tio Adilson. Pessoas que eu não vou esquecer jamais.

Aprendi muito esse ano. Não só em matéria, que foram quilos e mais quilos de apostilas que ainda estão na mesinha do meu quarto, mas individualmente. Aprendi comigo e sobre mim, sobre os outros, sobre a vida. Eu discutia com uma grande amiga daqui de Colorado, que nunca gostou daqui, mas ela tem razão. Muitas vezes, numa cidadezinha pequena é dificil ser você mesma longe das críticas ou fuxicos. Finalmente pude me livrar disso.

Sabe, 2009 foi, realmente, um ano muito, muito bom mesmo. Conheci certos dons que não quero perder. Ociosos da minha vida, foi bom escrever e me abrir pra vocês. Que ano que vem, já universitária, seja um ano muito melhor. E com menos individualismo. =)

sábado, 19 de dezembro de 2009

Naada melhor.

Pois é, finalmente as férias tão esperadas... Eu me conheço, sei que logo logo estarei reclamando das férias, que são tediosas, que eu não aguento mais ficar sentada assistindo tv, etc e etc.mas, FINALMENTE, elas chegaram. E, talvez, pra valer.

A probabilidade de eu ficar seis meses em Colorado é grande. Primeiro pela Evangélica, segundo que eu prefiro passa (caso eu passe) em 176 na UFPR e ficar aqui a passar em 1º (hahaha, caaaapaz!) e ter que voltar logo pra Curitiba. Eu adooro Ctba, mas estar aqui com aquelas pessoas é essencial.

Sair, encontrar amigos, começar novas histórias, ligar no celular das meninas até minha mãe brigar, jantar com a familia, não ter que estudar, dançar, aah isso é ótimo! logo chega o Natal, os presentes, os tios mais queridos, aquele momento divino. Como eu gosto disso.

Finalmente, férias.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Today...

Is a good good day. De fato, é uma sencação estranha.
Pois é, eu passei na Evangélica, pro segundo semestre, e estou muito feliz por isso. É claro, que não vou relaxar, hoje farei o tão esperado ENEM, estudarei por conta pra segunda fase da federal. Mas o fato de estar garantida numa faculdade é gratificante.

Cheguei em Colorado ontem, meus pais me esperavam com uma faixa enorme dizendo "Parabéns Renata - Medicina, fac Evangélica!" Isso é inimaginável. Vi meu pai chorando, o que é muito raro. Recebi flores de uma grande amiga, os recados dos meus verdadeiros amigos. A felicidade dos meus pais. Tudo é inimaginável e indescritível.

Hoje faremos um churrasco de comemoração, depois do ENEM. Tenho que garantir um trote, vai que eu não passo em outra! hehe.

Finalmente eu posso usar um fragmento de um poema do Cláudio Manuel da Costa:
"... E o que até agora se tornava em pranto
Se converta em afetos de alegria."

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Alguém me explica?

Estávamos voltando da prova da federal, eu e Guigo. Fomos até o teatro Paiol à pé, conversando. Depois fomos de carro, seu Jair - pai dele - e o irmão (desculpe-me Kriger, não lembro o nome dele! haha). Tudo muito bem, atlético tinha ganhado, o coxa tinha perdido, estávamos todos contentes, Kriger com fome, fomos ao drive-thru do Mac. É aí que começa a minha dúvida.

Na fila, vimos um papel escrito "Não temos sorvete" (aliás, o papel estava de ponta-cabeça!). Tudo bem, o MacDonald's é filho de Deus (eu acho), ele também pode errar. Chegamos na cabine:

_ Pois não, o que querem?
_ Eu quero um sunday - disse o irmão do Guigo.
_ E o que mais?
_ Espera aí, diz seu Jair, tem sunday?
_ Tem.
_ Ora, mas ali atrás estava dizendo que não tinha sorvete!
_ Mas não tem sorvete.
_ E tem sunday?
_ Sim.
_ Muito bem, me dê um sunday.

Enfim, eles compraram dois sundays, um milk shake (que é lotado de sorvete) e um lanche (que não vem ao caso, culpa do Guigo). Como compraram coisas com sorvete se não tinha sorvete? Já cheguei a pensar que poderia estar faltando casquinha, mas se fosse isso, diriam: NÃO TEMOS CASQUINHA, já que este é um tipo de sorvete do Mac.

Alguém se habilita a me explicar?

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Ah, menino...

Você nem sabe o quanto.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Mais que palavras.

Ela sempre fora uma sonhadora. Quando criança, sonhava que era uma princesa daqueles contos de fada que lia, ou assistia nos desenhos. Sonhava que fazia parte da Liga da Justiça e era amiga da Mulher Maravilha. Sonhava que, quando fosse adolescente, sua vida seria como nos filme da Lindsay Lohan.

Claro que nada fora maravilhas. Aliás, se o país das maravilhas fosse como aquele da Alice, ela não gostaria de morar lá, tudo era muito louco, sem conexão. Daquele lugar, o único que se salvava era o Cheschire. Ela sempre fora cheia de regras, mas nunca cética. Pelo contrário, ela continuava acreditando e imaginando outros e novos mundos, nos quais ela se via. Isso sempre a encheu de inspiração.

Mais velha, na adolescência, se imaginava popular, linda, descolada. Era linda aos olhos dos pais, não era popular nem descolada - o que não significa que fosse feia. É que os "padrões da época" não eram vistos nela. Mas ela raramente se importava com isso, só continuava imaginando. Com o tempo as pessoas gostando dela, ganhou bons e eternos amigos, ficou bem mais bonita e descolada.

Gostava do rock, e por isso se imaginava cantora de uma banda. Até tentou participar de um concurso, mas não venceu, perdera por uma menina que cantava ópera em italiano, se revoltou. Mas continuava nos corais, da igreja e do colégio, e sempre era uma das principais. Queria aprender a tocar guitarra, mas os pais não podiam naquele momento.
Então, resolveu tentar ser compositora. Escreveu uma música, mas não ficou bom. Tinha desistido da poesia.

Aliás, nunca fora de ler poesias, muito menos livros. Achava-os grande demais, cansativos demais. Ela gostava das crônicas, dos contos. O primeiro conto lido fora A Cartomante, do Machado. A mãe brigava, dizia que ela tinha que ler pra ir bem em português, mas esse nunca fora um argumento muito forte, a menina sempre fora ótima em português sem precisar ler aqueles livros enormes.

Quanto aos amores.... Bem, seu primeiro amor foi aos quinze, deixou de amá-lo em uma semana. Sonhava com um amor de filme romântico, da revista que assinava, dos clipes de músicas. sonha com as idas a sorveteria, ao cinema, às festas com Ele. Ela também o imaginava.

De imaginações em imaginações, num trabalho de português, descobriu sua arte: ironia do destino, ela escrevia bem. Fizera uma poesia, a professora fez questão de ler para a sala, a garota ficou envergonhada, mas feliz. Muito feliz, escrever era algo que a admirava. Continuava lendo só os livros que lhe eram exigidos. Mas escrevia.

Com o tempo, a garota confirmou seu gosto por crônicas, gosta muito dos romances realistas. Não gosta dos romances românticos, são muito melosos, pedantes. Mas continou romântica, imaginando Ele. Aliás, Ele faria parte de um novo sonho, um novo mundo. Um mundo real, aonde ela lançaria um livro, conheçeria o mundo, continuaria escrevendo. Porque, para ela, escrever é sentir, é imaginar, é vital.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O ínicio

É como os professores dizem: esse não é o fim, mas o ínicio. Pois é, domingo eu farei meu primeiro vestibular, na Evangélica. Por ter ficado uma semana sem estudar, eu estou bem relaxada, bem tranquila. Mãe é mãe e sabe o que o filho precisa, nunca discuta com a sua.

Se eu estou confiante? Talvez sim. De fato, eu detesto cantar vitória antes do tempo, de criar espectativas, sonhar tão alto pra que depois eu tenha um tombo bem feio. Prefiro, ao invés de falar que estou confiante, dizer que não estou com medo. É exatamente isso. Estou como no ano passado. Talvez melhor, ano passado eu nunca tinha feito um vestibular - hoje (infelizmente) já estou experiente no assunto - e tenho certeza que pelo menos estou melhor preparada que antes. Não estou com medo. 5 minutos antes da prova estará a Renata cantarolando uma música. Estarei bem.

Mas é tudo tão engraçado, eu passei um ano da minha vida a fim desses 5 finais de semanas que estão por vir. A minha vida mudou por causa desses finais de semana. Eu mudei por causa desses finais de semana. Se fosse pra eu fazer uma dedicatória, eu diria "Tudo isso para os próximos finais de semana!"

Eu espero que esse novo "Era uma vez uma garota que foi fazer vestibular" termine num "e [depois desse trote] viveu feliz para sempre". Tomara, Deus.

"Há uma voz que canta, há uma voz que dança [...] QUEIRA, basta ser sincero e desejar profundo, você será capaz de sacudir o mundo."

domingo, 8 de novembro de 2009

Fim da Semana

Pois é, amanhã eu já estarei em Curitiba, este é meu último dia (portanto) em Colorado...
Sabe, ontem teve o baile do Haway, eu gostaria de ter ido com as minhas amigas, mas não fomos - elas estavam muito desanimadas. Mas foi bom não ter ido.

Ter a última noite com a minha família, era tudo que eu precisava. Fomos no restaurante, comemos umas boas pizzas, conversamos, minha mãe contou da história dela com o meu pai (que eu adoro, eu ainda escrevo um livro e faço um filme dessa história, de tão linda que é), depois um bom filme....
Alias, vamos ao filme. Agora, um dos meus preferidos, que são três. O primeiro me ensinou a valorizar o que há dentro de si, o segundo, a valorizar mais a minha família, e agora este, a música (depois eu listo os três!). Foi um filme lindo, de chorar. Eu não chorei porque pra essas coisas eu sou meio fria, mas a minha mãe e irmã quase se derreteram, mas enfim...

A questão é que realmente eu estava precisando dessas férias, eu precisava da minha família junta de novo, e vo senti muita falata disso, até dezembro. Como dizia mamãe, "velhos tempos, velhos dias!"

Agora deixa eu desce pra curtir o pouco tempo que me resta! ;D

P.S.: os filmes - Pequena Miss Sunshine; Marley e Eu; O Som do Coração.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Tão bom, tão bem!

Pois é caros amigos curitibanos ociosos que vem ler meu blog, eu estou faltando as aulas dessa semana. Pois é caros amigos colorados ociosos que de surto tambem vem ler, eu "estou de volta pro meu aconchego, trazendo na mala bastante saudaade..." (chega de Elba Ramalho!)

Vim pra cá pois minha mae ordenou, disse q eu estava muito cansada, que daquele jeito eu nao faria bons vestibulares (e de fato estava, eu chorava todas as noites de cansaço!)... Mas é tão boom poder estar aqui denovo! dormindo no meu quartinho pink, sentar no sofá à tarde e receber cafuné da minha mãe, poder ficar a tarde inteira na piscina brincando com a Lessie.... aaaaah, poder estar com a minha cachorra, gente, como ela me faz falta!

Sem contar a tarde na padaria com uma das minhas melhores amigas; poder dançar até criar bolha no pé na formatura da minha vizinha e no próximo sábado, no baile; ir à casa da minha vó, aonde as histórias superam o ócio... eu tava com tanta saudade disso!!

amanhã é aniversário da minha mãe, eu e minha irmã planejamos uma festinha surpresa, ela vai ficar tão feliz!

estar aqui me dá tanta vontade de escrever... tenho tanta coisa a dizer que não pode ser num post só!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

"Ti munitinho!"

Até a Literatura e suas companheiras Palavras me perseguem.
Retirado de uma boa aula do Fábio:

Meu amor e eu
Nascemos um para o outro

Agora só falta quem nos apresente. - Cacaso

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sinceramente,

Nunca esperei tanto o final do ano como neste ano.
Nunca esperei tanto chegar logo o meu destino como nesses dias
Nunca desejei sair pra dançar tanto como nesses ultimos meses
Nunca desejei férias como agora (elas sempre me foram tediosas).
Nunca, nunca desejei tanto a abertura do casulo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Tudo certo

Sabe quando tudo vai bem, quando o mundo conspira a teu favor, quando cada instante do dia, seja em casa, seja no cursinho com os amigos ou os professores, ou até mesmo (quem diria) no biarticulado, cada instante está valendo a pena viver? Pois é, minha vida está assim ultimamente.
Eu sei que isso é muito estranho, principalmente para uma típica vestibulanda que não sabe nem o que é botar os pés para fora de casa a não ser para ir ao cursinho, e que dorme tarde e acorda cedo porque deve saber de tudo para poder passar em medicina. Eu sei que é estranho para uma garota que nunca tinha saido de casa antes, e que sempre foi adjetivada de "chorona e sensível demais". Eu sei que é estranho sentir isso agora que os vestibulares estão cada vez mais pertos... enquanto eu deveria estar louca-desvairada, é estranho estar tão pacífica.
Sim, eu morro de saudades da minha vida de antes, de quando eu saia todo final de semana, passava tardes na padaria com as meninas, quando eu achava que já tinha estudado o bastante (o que corresponde com NO MÁXIMO 10% do que eu estudo hoje - e ainda não me dou por satisfeita) para as provas semanais ou quando eu estudava para matemática e química assistindo tv e mesmo assim tirava 100 nas provas... Bons tempos de quando tudo era mais fácil. Mas eu sei que esse ano é uma fase da minha vida. Eu tinha que passar por ela, e ela me faz muito bem. Isso é difícil de entender, concordo. Mas eu sempre fui do tipo de ver "o lado bom das coisas". Raro é quando me veem triste ou cansada (ou é culpa do vestibular ou porque eu esqueci de tomar Ginkgobiloba por váários dias - ele funciona!). "Ver o que é bom" me faz bem.
Sem contar o que está acontecendo nesses últimos três dias. Muitos me surpreenderam. Meus amigos, tanto os "velhos", de Colorado, quanto os "novos", daqui de Curitiba, mostraram um grande afeto por mim chamado saudade, e eu também senti deles, mas não esperava. Os professores com os quais eu conversei, principalmente o Nadim e o Fábio (mas este último falou para a sala), que me animaram de forma magnífica - obrigada, Nadim, pelas palavras de hoje. E pelos desconhecidos, que me fizeram um bem danado - não falarei o porque.
Eu sou uma eterna sonhadora (eterna até demais), e esperançosa também. Eu me animo muito fácil - não sei se isso é bom ou ruim, mas voi la. Ao mesmo tempo que eu gosto das músicas da desvairada da Pink, eu adoro o ritmo romanticóide da Hilary Duff ou da Taylor Swift. Alías, por mais que eu tente, eu não consigo esconder que sou "romantiquinha" ao extremo (maas isso não vem ao caso). Só sei que isso me faz bem.
Eu só espero que esse meu sentimento seja verdadeiro, e que TUDO que eu sonho para mim - e enfatizo, TUDO - dê certo. Está certo, não serei exigente, alguma coisa ou outra pode ficar para depois (não a vaga na universidade, ela não) ... Não tenho tanta pressa, vou viver para mais de 100 anos, tenho uma vida pela frente...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

"Sei lá, sei lá...

... A vida é uma grande ilusão
Sei lá, sei lá
Só sei que ela está com a razão."

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Meu exemplo

Minhas intuições se tornam mais claras ao esforço de transpô-las em palavras. É neste sentido, pois, que escrever me é uma necessidade. De um lado, porque escrever é um modo de não mentir o sentimento. De outro lado, escrevo pela incapacidade de entender, sem ser através do processo de escrever. - Clarice Lispector